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Custo de vida do brasileiro deve fechar o mês em alta.
A Fundação Getúlio Vargas apurou um avanço de 0,35 por cento, na terceira medição de outubro do Índice de Preços ao Consumidor Semanal, o IPC-S.
O avanço só não foi maior porque os alimentos, que têm um peso considerável no indicador, ficaram mais baratos.
Destaque para o leite, cujo preço médio caiu quatro por cento, consequência, por exemplo, da volta da chuva, que melhora a condição dos pastos e aumenta a produção.
Ovos e banana mais baratos também ajudaram a frear a inflação.
Assim como a gasolina, que teve papel decisivo na redução dos preços no setor de Transportes, o único, além de Alimentação, que registrou queda.
Em todas as outras classes de despesas, os preços subiram, casos de: Saúde, Habitação, Vestuário, Comunicação e Despesas Diversas.
Sem falar no grupo Educação, Leitura e Recreação, que registrou a maior alta, de 3,44 por cento.
O destaque negativo, nesse caso, fica por conta da passagem de avião, cujo preço disparou 21 por cento.
Convênio médico, taxa de condomínio e arroz mais caros também estão entre os itens que mais comprometeram o orçamento do brasileiro, assim como o aumento do preço do carro zero quilômetro.
No acumulado de um ano pra cá, o custo de vida no país subiu 3,81 por cento.
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